O paradoxo humano entre a felicidade e a riqueza permeia a miserabilidade social Estar em uma situação financeira extremamente confortável, portador de um emprego estável e prospero e ter bens materiais de alta qualidade. Aparentemente, é a vida que toda e qualquer pessoa aspiraria para seu futuro. Não obstante, questionamentos básicos, tais como a realização profissional e o prazer com que se realiza determinada atividade não são levados em conta quando se caracteriza uma pessoa como “feliz”.

A conturbada decisão da escolha do curso universitário, objeto de ambição de grande parte da juventude pré-vestibulanda, é o grande primeiro passo em busca da felicidade profissional. Inserir-se num ambiente agradável, em que se sinta prazer de estudar e tornar-se um grande profissional e, por conseguinte, garantir uma vida econômico-social é estar vivenciando a felicidade, presenciando-a. Como garantiu Stephen Kanits na revista VEJA, a felicidade não é um estado fixo, mas sim uma dinâmica contínua.
Toda via garantir riquezas materiais não é fator determinante à felicidade, assim como sua ausência poderá acarretar sua impossibilidade. Buscar o ponto de equilíbrio entre ambas as partes, e sentir-se realizado em diversos âmbitos correlacionados fará exacerbar interiormente a sensação de felicidade. Atingir aspectos emocionais, seu respectivo equilíbrio só catalisará o tal dinamismo do processo de ser feliz.
Alcançar a felicidade requer uma estabilidade omnipotente , atingindo desde aspectos financeiros às vertentes emocionais. Alcançar o dinamismo citado por Kanits, requer preparo e esforço, sendo estes forças imprescindíveis à felicidade.